sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

PREVISÕES 2019



Nada melhor para retornar do que o exercício da futurologia. 

 Passados quase 6 anos depois do último post, com o mundo e o Brasil bem diferentes, para tirar a poeira do teclado e as teias da mente, vamos tirar nossa bola de cristal do armário e começar as previsões para esse ano "nebuloso" - onde podemos afirmar que nada é impossível! 

 Vamos dividir nossas previsões em pilares macros de esporte à economia, para, chegado o último dia do ano saber o quanto previsível ou imprevisível é nossa realidade!

Importante dizer que, são meros chutes e opiniões pessoais baseadas no achismo sem qualquer fundamento. A medida que vierem à cabeça outras áreas para prever, irei acrescentar, sem, no entanto, alterar o que já tiver sido postado.

Então, vamos lá: 

  • CAMPEONATO BRASILEIRO - São Paulo campeão. FLAMENGO segue no cheirinho.
  • REBAIXADOS - AVAÍ, CSA, CEARÁ E CHAPECOENSE. 
  •  LIBERTADORES - Time brasileiro na final. Palmeiras campeão. 
  • COPA AMÉRICA - BRASIL CAMPEÃO. 
  • FÓRMULA 1 - HAMMILTON Leva outra. 
  • POLÍTICA/GOVERNO JAIR BOLSONARO - Segue bombardeado pela grande imprensa. polêmicas ideológicas na política externa ao longo do ano. Tom mais ameno do presidente. Conciliação com "velha política". Turbulências nos 6 primeiros meses. 1 ministro cai. Corrupção do filho, segue como carta na manga da oposição sem consequências para Flavio e Queiroz. Bloco de oposição sem grande mobilização e enfraquecido. Rodrigo Maia presidente da câmara dos deputados. Major Olímpio pres. Senado. Lula segue preso. PT segue sem fazer sua auto crítica. PMDB segue em cima do muro. PSDB guinada mais à direita. YOUTUBERS e CELEBRIDADES POLÍTICAS ganhando destaque no cenário político. Fechamento do caso Marielle sem apontar diretamente os culpados. UPDATE 06/01 - primeiro ministro a cair - EDUCAÇÃO.
  • ECONOMIA/PAULO GUEDES - Aprovação mudança APOSENTADORIA pacote "light"; Viabilização de uma grande empresa privatizada.Melhora no crescimento do PIB. Retomada da confiança do consumidor. Melhor ano do varejo dos últimos 4 anos. Queda do desemprego. Inflação segue controlada. Dólar flutuando entre faixa de R$3,65-70. 
  •  JUSTIÇA/SÉRGIO MORO - Alguns grandes "caciques" de partidos presos. Temer preso. Temer solto. Temer prisão domicilar - pelo SUPREMO. Eunício preso. Gleisy presa. Dilma acusada. Descriminalização das drogas e legalização do aborto não passarão no supremo. Supremo seguirá com embates e polêmicas por abrandamento de penas de corruptos. Gilmar Mendes segue sendo o laxante favorito de bandidos do colarinho branco.
  • TECNOLOGIA - Telefone com tela dobrável. VR segue irrelevante. OSCAR - Filme de super herói levará 1 estatueta. 
  • EMMY - GAME OF THRONES LEVA MAIOR PARTE DOS PRÊMIOS. 
  • MÚSICA - Brasil - Sertanejo segue em alta. MUNDO - dominío black music/RAP. PODCAST - consolidação da mídia, com todos grandes veículos de comunicação disponibilizando seus programas no formato. 
  • "PODCASTERS" formadores de opinião, começarão a migrar para outras mídias similares ou não - rádio e tv.
  • MIDIAS SOCIAIS - Será o ano do twitter no Brasil.

domingo, 3 de novembro de 2013

Geração A - O Segmento desprezado do Marketing

Grande oportunidade de negócios. Nesse segmento desprezado pelo marketing, estão grandes oportunidades de negócios de produtos e serviços!! Interessante, vale a pena conferir.... Com esse pequeno exemplo é notável que necessitamos de uma boa injeção de ousadia, para o design de produtos e ofertas adequadas à essa demanda reprimida com ânsia para consumir mais!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Marketing esportivo às avessas... divertido, inteligente e criativo!

Publicidade inteligente e intrigante... com doses cavalares de controvérsias... assim eu definiria a publicidade do clube espanhol de futebol Atlético de Madrid.

Cidade mundialmente conhecida seja por sua história, pelos importantes museus, beleza arquitetônica ...e por ser um dos sítios sagrados do futebol, mais lembrado pelo seu ilustre filho, o super poderoso Real Madrid. Fundando por Bascos e antiga filial do Athletic de Bilbao, quase um filho bastardo de raízes populares, com forte identificação com imigrantes latino americanos que vão à Espanha tentar a sorte, o clube atlético de Madrid tem muitas glórias em seu passado remoto dos anos 30 a meados da década de 70, um presente quase apagado (último campeonato espanhol em 95, e um jejum de títulos encerrado nos últimos anos com títulos da liga Europa, super copa da Europa e final da copa Del Rey, após longos anos de espera) e muito, muito orgulho de seus fanáticos e, antes de mais nada, realistas torcedores.

Apesar de volta e meia a equipe contar com verdadeiros craques, como Fernando Torres, Forlán e Aguero, os torcedores reconhecem explicitamente a mediocricidade do time, sabem que estão ali no segundo escalão espanhol e talvez num terceiro escalão europeu, mas são apaixonados acima de tudo pelo esporte-arte, são movidos pelo futebol. Nos mostram que o futebol não se trata apenas de ganhar títulos, de ter uma longa história, ou ter milhões de euros na conta... se trata, pura e simplesmente, de paixão. Paixão genuína, das puras. Arrebatadora, incontrolável, inexplicável, sem nenhum sentido! Aquela que nos faz chorar e sorrir, sentir a dor e a tristeza mais profundos, e que nos tira o grito de dentro de nossos corações, nos dá a alegria e esperança como pouquíssimas coisas na vida. Não tem sentido, muito menos explicação razoável. Isso não se trata de competição inata ao ser humano, pois para um time nada competitivo, isso vai muito além, intriga os céticos, os pseudo-intelectuais realistas e racionais, além dos próprios intelectuais!

É simplesmente a paixão que esse esporte bretão cria em milhões de corações ao redor do globo, e que demonstram com muita clareza os aficcionados de Atlético de Madrid, carinhosamente chamado pelos espanhóis de "Atleti" (lêe-se ALETI em português).

Sem mais confiram os videos que vale muito a pena, demonstrando toda essa paixão inexplicável por um time perdedor, sem títulos, sem grandes estrelas, mais com uma torcida loucamente apaixonada! É, sem dúvid, a melhor publicidade (às avessas) esportiva que já foi feita! Afinal, quem não tem simpatia por essa equipe?!

Se você realmente gosta de marketing, publicidade e... claro, futebol, ASSISTA A TODOS!! Pois cada um vale muito a pena cada segundo!


Segue na sequência da minha preferência, com atenção especial ao primeiro e emblemático "Papa, por que somos del Atleti? "





"Papa, que es más importante... La champions o la Europa League?"
"Depende...."

*Quanto ao terceiro video o jogador que sai do bueiro é o goleiro Burgos, assim que o time voltou à elite do espanhol após a queda.


E o que para alguns pode ser simplesmente sentimento de "vira-latas", ou auto-reconhecimento derrotista... para mim soa como apoio irrestrito e incondicional! Deviamos aprender um pouco com eles...

GENIAL!!!



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

As 5 maiores empresas de beleza no Brasil

Assim como o varejo da moda, outro setor estritamente ligado a ele também cresce a todo vapor, o varejo da beleza. É a força da mulher no mercado, seja no de trabalho, seja no de compra. Ainda tem espaço para todos, mais a troca de posições e a chegada de novidades é certa, e nessa corrida quem não inovar e diversificar corre o risco de ficar para trás, para sempre.


1. Natura Depois de sofrer as dores do crescimento no ano passado, quando teve problemas com seu novo sistema de informação, a Natura acelerou o ritmo em 2012. No segundo trimestre, as vendas líquidas da empresa avançaram 12,5%, chegando a 1,6 bilhão de reais. O lucro líquido da empresa foi de 215 milhões de reais, um aumento de 14,3% sobre o mesmo período do ano passado. Entre as empresas que dominam o mercado de beleza no Brasil, a Natura conseguiu engordar sua participação no topo da lista, ainda que de maneira tímida. Em 2007, a companhia detinha 13,4% do mercado. Em 2011, esse percentual subiu para 14,5%.

2. Unilever A gigante global de bens de consumo é dona de marcas familiares aos brasileiros, como Axe e Dove. A linha Seda, por exemplo, liderou a venda de shampoos no país no ano passado. O lançamento da TRESemmé por aqui também mereceu destaque por parte dos executivos na última teleconferência de resultados da empresa: a comercialização de produtos da marca deverá passar de 100 milhões de euros no seu primeiro ano de operação no país. Olhando pelo retrovisor, a posição da Unilever no mercado de higiene e beleza registrou um ligeiro avanço nos últimos cinco anos, passando de 10,4% para 10,7%.

3. Avon O Brasil responde pela maior parte dos resultados da americana Avon. Mas a companhia vem enfrentando dificuldades para manter o fôlego de outrora por aqui. No segundo trimestre do ano, as vendas caíram 19% no país. Com resultado, o lucro líquido da empresa mergulhou 70%, chegando a 61,6 milhões de dólares. Em comunicado a empresa atribuiu o resultado ao declínio no número de revendedoras, além da desaceleração da demanda e aumento da concorrência. De 2007 para cá, a participação de mercado da Avon foi a única que encolheu, indo de 9,1% para 8,8%.

4- P&G A escalda da P&G foi um pouco mais vigorosa no ranking das grandes empresas de beleza que atuam no país. Em 2007, o percentual era de 7,2%. Em 2011, passou para 8,3%. Fazem parte do portfólio da empresa marcas como Wella, Pantene e Olay. No quarto trimestre fiscal terminado em agosto, a companhia divulgou que a linha de cuidados para o cabelo cresceu 20% no país, puxada por Head & Shoulders e pelo lançamento da nova linha Wella Pro Series.

5. Grupo Boticário Fechando a lista das cinco grande, o Grupo Boticário registrou a maior expansão entre os concorrentes, pulando de uma fatia de 6% há cinco anos para 8,2% do mercado em 2011. Em relatório, a Euromonitor destaca que a empresa fez importantes investimentos em produção e novos canais de distribuição. Como resultado, a expansão no ano passado bateu a casa dos dois dígitos. Hoje, a empresa conta com as marcas O Boticário, Eudora, Skingen (cuidados com a pele) e a recém-lançada quem disse, berenice? (maquiagem).

 Fonte: Exame

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Por que C&A, Riachuelo e Pernambucanas dominam o mercado de cartões de lojas?

Redes são as líderes no Brasil, que é o segundo maior mercado de private label no mundo.



O Brasil tem em circulação três vezes mais cartões de lojas (o chamado private label) que toda a Europa Ocidental. Na verdade, só perdemos para os Estados Unidos, que possuiu quase o dobro do número de cartões do Brasil. São 206 milhões de cartões no Brasil e mais de 400 milhões nos Estados Unidos. As lojas que tem liderado no Brasil são C&A, Riachuelo e Casas Pernambucanas, segundo dados da Euromonitor de 2010. Classe c, roupas e antiguidade na oferta dos cartões ajudam a explicar o fenômeno.

No Brasil, o cartão de loja é até anterior aos cartões de bancos. “Nas décadas de 60 e 70 já havia. Era uma maneira de os varejistas darem crédito ao cliente”, disse Boanerges Ramos Freire, presidente da consultoria em varejo financeiro Boanerges & Cia. A atuação da Riachuelo e da Casas Pernambucanas no segmento remete a essa época. As redes possuíam, em 2010, respectivamente, 9,7 milhões de cartões e 8,8 milhões de cartões. A líder, C&A, soma 11,9 milhões de cartões.

Além do tempo no mercado, outro fator que explica o destaque da C&A, Riachuelo e Casas Pernambucanas é o foco na atividade de varejo financeiro. A C&A já teve o banco ibi, comprado pelo Bradesco em 2009. Riachuelo e Casas Pernambucanas contam com financeiras próprias. “O varejo tem sua peculiaridade de operação e exige, muitas vezes, ações mais ágeis e rápidas. Estando tudo dentro de casa, há mais agilidade e flexibilidade”, disse José Antônio Rodrigues, diretor de crédito e risco da Riachuelo.

As três são lojas de departamento, logo, não há, necessariamente, vendedores em cada unidade – mas há representantes dos cartões, que oferecem o produto para a clientela. “Entre 20 e 30 minutos eles conseguem analisar, aprovar e emitir um cartão para você já sair gastando na loja”, disse Boanerges.

O segmento de atuação das três empresas, basicamente vestuário, também ajuda, segundo Boanerges, pois é um produto que não é indispensável – e não é caro como eletrodomésticos, por exemplo. “Você já fala com a pessoa em um momento positivo”, disse Boanerges.

Clientes

Um fator que levou o Brasil a ter destacada participação no private label é o grande número de consumidores das classes C e D, segundo Álvaro Musa, sócio na consultoria Partner Conhecimento. “Esses consumidores são muito mais ligados aos varejistas do que aos bancos”, disse Musa. Para Boanerges, o cliente se sente mais à vontade com o varejista. “Muito varejista fala a língua do cliente. No banco o mundo é muito diferente, por segurança e mesmo por status”, disse.

Para as lojas, o cartão oferece a possibilidade de conhecer de perto os hábitos de consumo dos consumidores e, com isso, ajustar melhor promoções e divulgações de campanhas. “Se a pessoa paga com dinheiro, cheque ou cartões de outros, o cliente é desconhecido para mim”, disse Rodrigues.

Riachuelo

O Grupo Guararapes, dono da Riachuelo, criou sua financeira, a Midway, em 2008 – mas a loja já oferecia cartões desde 1986. A Midway deu ao grupo a possibilidade de oferecer as bandeiras Visa e MasterCard. Hoje, cerca de 25% do lucro do grupo vem das operações financeiras.

Há mais de dez anos, os cartões da rede eram usados nos pagamentos de cerca de 75% do faturamento da loja. Essa participação tem diminuído nos últimos cinco anos. Em 2011, a participação foi de 53%, aproximadamente. Para Rodrigues, o private label vem diminuindo no país, por causa do aumento da oferta de cartões e por mudanças nos hábitos de pagamento dos consumidores.

Ao contrário da percepção de Rodrigues, números do setor indicam que o private label vem crescendo no Brasil. O mercado de cartões de lojas, bandeirados e não-bandeirados, cresce uma média de 16% ao ano desde 2006, segundo dados da Boanerges & Cia.

Para termos um exemplo do tamanho do mercado de private label no Brasil, a brasileira IntelCav, oitava maior fabricante de cartões bancários do mundo, anunciou em 2011 o início das operações de um novo centro de personalização de cartões, com foco em cartões de loja e com capacidade para personalizar 400 mil cartões por mês.

Em 2011, a Midway emitiu mais de 1 milhão de cartões Visa e Master e a meta, em 2012, é repetir o feito. Na Riachuelo, a expansão do cartão é atrelada aos pontos de venda. No ano passado, a rede somava um total de 145 lojas - o plano é abrir mais 30 unidades em 2012. A presença é mais forte nas regiões norte e nordeste.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/varejo/noticias/porque-c-a-riachuelo-e-pernambucanas-dominam-o-mercado-brasileiro-de-cartoes-de-lojas?page=1&slug_name=porque-c-a-riachuelo-e-pernambucanas-dominam-o-mercado-brasileiro-de-cartoes-de-lojas

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

REPENSAR MARKETING E ESTRATÉGIA - A interiorização dos shopping centers


Bom, esse é mais um artigo bem interessanta da GS&MD, fazendo uma análise do recente fenômeno de expansão de shopping centers por todo o Brasil, num ritmo nunca antes visto por aqui.

Estamos, cada vez com maior intensidade, rumo a uma padronização de consumo e consolidação de setores (entre os quais o de shopping centers), assim como já acontece em forma intensa nos EUA, e no mercado Europeu de uma maneira geral.

Esse fenômeno de shoppings em particular, é muito interessante pelo fato de que a expansão de bens de consumo no geral é intrínseca a esse fenômeno. É uma simbiose, pois uma coisa alimenta e puxa a outra. E nos padrões atuais esses fenômenos estão diretamente conectados, pois cada vez mais desloca-se o centro comercial do centro das cidades para as áreas de compras específicas, que no caso do Brasil se resumem a Shoppings centers, e alguns poucos casos de outlets.

____________________________________________________________________________________

Nos próximos dois anos, atingiremos um número recorde de shopping centers no Brasil. Seremos uma nação com 500 centros comerciais de grande porte! Estes imensos templos de consumo da classe média acabam de chegar nas cidades até 100mil habitantes, dando acesso à sociedade local de produtos e marcas até então acessíveis apenas aos moradores das grandes cidades. Ainda não chegamos ao padrão americano, onde lá é considerado como viável para a construção de um shopping cidades com populações de até 30.000 habitantes. Para entender melhor, hoje existem mais de 10.000 shoppings em território americano, que cumprem o papel de estender para toda a sociedade hábitos de consumo muito semelhantes. Graças aos shoppings, os americanos hoje vestem praticamente as mesmas roupas, comem os mesmos sanduíches, calçam os mesmos sapatos e assistem simultaneamente aos mesmos filmes nos cinemas! A configuração e o mix de lojas destes empreendimentos são muito semelhantes, dando muitas vezes a sensação de déjà vu para quem os frequenta. Algo semelhante está em formação no Brasil.

Voltando ao número mágico dos 500 shoppings no Brasil, isso traduz a boa fase e a maturidade do varejo nacional e sobretudo contribuem para dar a um cidadão de uma cidade do interior acesso a produtos, marcas e serviços inéditos inserindo-os como um cidadão do mundo. Vivemos hoje a ditadura das marcas, (no bom sentido claro!) pois as pessoas querem participar do processo de globalização, já que cada vez mais possuem acesso a informação. Dos cerca de 100 shoppings em construção no país, cerca de 35 estão localizadas em cidades que receberão seu primeiro shopping center. Cidades como Botucatu em São Paulo, Sinop no Mato Grosso, Lages em Santa Catarina, Linhares no Espírito Santo são alguns exemplos. Outro fenômeno nesta área é que em muitas cidades estão sendo anunciadas a construção de um segundo empreendimento, na maioria das vezes com um projeto muito superior e sofisticado ao dos já existentes, que muitas vezes são empreendimentos que nasceram a cerca de 15 a 20 anos atrás em um outro momento do mercado, e que já se encontram defasados e envelhecidos por falta de investimentos de modernização e por serem administrados de forma amadora, com um pensamento local, tornando-os pouco atrativos pelos consumidores.

Para o varejista que expande nestes novos centros de compras, esta é uma chance única de poder participar destas novas fronteiras com sociedades ávidas por novidades, com uma certa demanda reprimida e em fase de formação de clientela e dos hábitos de consumo viabilizando a sua expansão e podendo gerar um aumento de vendas. Cenário muito diferente do encontrado nas capitais e nas grandes cidades onde os custos de ocupação estão muito elevados e a concorrência muito acirrada. Claro que também não são só flores. Alguns empreendimentos lançados recentemente em cidades do interior tem sentido o enorme impacto que eles representam para a sociedade local quando abrem as sua portas. Num primeiro momento, existe fenômeno que é um misto de desconfiança, estranhamento dos consumidores e conflito com os varejistas tradicionais da cidade. O consumidor tem a sensação de que os produtos são mais caros e resistem em alterar seus hábitos. Mas com o tempo, os mitos caem e os resultados tendem a acontecer com o tempo. Demandam portanto uma certa paciência até que estes shoppings “peguem” e as vendas aconteçam. Mas este é o preço que se paga pelo pioneirismo e pela conquista de novos mercados da qual apenas um país como o nosso que está crescendo muito e que possui dimensões continentais ainda proporciona aos varejistas. Está aberta a porteira!

Marcos Hirai (marcos.hirai@bgeh.com.br), é sócio-diretor da BG&H Real Estate
http://www.gsmd.com.br/pt/artigos/repensar-marketing-e-estrategia/a-interiorizacao-dos-shopping-centers-20120123-204010?__akacao=720215&__akcnt=f8c98c50&__akvkey=e718&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Mercado+%26+Consumo+24%2F01%2F2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Consumo, crédito, Internacionalização e geografia do consumo brasileiro.


Crescimento de emprego, fartura de crédito, economia estável e sólida.... parece que nem essa crise européia tá freiando de vez o crescimento interno... apesar do desaquecimento em 2011 ... e 2012??

A que tudo parece, se a conjuntura continuar com a mesma perspectiva de 2011, o cenário desse ano é melhor para economia do país, apesar de um crescimento mais controlado, porém com a confiança do consumidor em parte restabelecida...

Seguem alguns artigos interessantes sobre os temas em questão....

Resta saber, no final das contas quem será a raposa e quem será o cão bobo da história?

------------------------------------------------------------------------------------
O longo caminho do desenvolvimento.

Muito tem se discutido entre os agentes econômicos nos últimos tempos a respeito da competitividade da economia brasileira frente aos novos tempos na economia mundial. Há uma preocupação muito evidente a respeito desindustrialização e perda de mercado para os países asiáticos, especialmente para China.

Primeiramente, é importante lembrar que desde o fim do comunismo no fim da década de 1980, o mundo observou a abertura de mercados até então dominados pela antiga União Soviética e China. Uma imensa massa de trabalhadores, consumidores e produtos entraram na esfera do capitalismo mundial após décadas de ostracismo.

Neste contexto, desde a década de 90, o custo de mão-de-obra em todo planeta foi extremamente pressionado pela entrada dos trabalhadores baratos dos países do antigo “segundo mundo”. Obviamente, a grande parte desse capital humano é de baixa qualificação, porém havia um grande contingente de profissionais qualificados ociosos (especialmente no leste europeu), resultado do espólio da cortina de ferro.

Para ser uma ideia do impacto, a oferta global de mão-de-obra dobrou desde o inicio da década de 1990. O primeiro movimento dessa concorrência feroz foi a terceirização dos serviços (outsourcing) e a transferência da produção para o exterior (offshoring).

Os efeitos foram fortemente sentidos nos países industrializados, primeiramente, na Alemanha unificada, e depois de alguns anos, em todo mundo. Portanto, enquanto for mais barato produzir no “Novo Mundo Liberalizado”, os seus salários e custos intrínsecos serão mais competitivos que outras partes do mundo.

Em 2010, pela primeira vez, a China formou mais PhDs em ciências e engenharia do que os Estados Unidos. Isso é um claro sinal que as atividades de Pesquisa & Desenvolvimento devem também seguir o caminho das atividades industriais.

Em meio a esse cenário, até o momento a Brasil tem se beneficiado desta liberalização e do crescimento da Índia e principalmente, a China. A demanda por matérias-primas e alimentos tem dinamizado a economia nacional, porém ao mesmo tempo, incita o renascimento da “doença holandesa”. Ao mesmo tempo, a concorrência da China tem atingido diversos setores de nossa economia, principalmente as de capital humano intensivo.

A necessidade de ganho de produtividade no Brasil é refletida no Ranking de Competitividade Mundial divulgado na semana passada pelo International Institute for Management Development (IMD). O Brasil está na 44ª posição em competitividade entre as 59 economias mais importantes do globo.

As deficiências apresentadas pela economia brasileira, apontadas pelo ranking, não são segredo para ninguém: infraestrutura básica insuficiente (55ª posição), educação de pouca qualidade (56ª) e baixa eficiência do governo (55ª). De todos os 59 países analisados pelo estudo, o Brasil é o que apresenta a maior diferença entre a competitividade do setor público e privado (29ª).

Desta forma, esse é o momento ideal para aplicarmos as medidas necessárias, principalmente na esfera pública, pois o cenário político, econômico, social e internacional é favorável. Pois como todos sabem, após a bonança sempre vem a tempestade.

http://www.gsmd.com.br/port/abre_artigos.aspx?id=857

------------------------------------------------------------------------------------
A nova geografia do consumo brasileiro.

Com novos dados divulgados pelo IBGE e referentes ao PIB dos municípios, é possível traçar uma visão interessante sobre os rumos da economia e dos recursos financeiros no Brasil e, consequentemente, do consumo.

A leitura das informações de forma regionalizada permite perceber que o Brasil, entre 2005 e 2009, teve o valor nominal de seu PIB aumentado em 50,9%. Por outro lado, o PIB nordestino cresceu 56,0%; contra 47,6% do Sudeste; 53,3% do Norte; 50,4% do Sul; e surpreendentes 63,4% do Centro-Oeste. Em relação a este último, é importante ressaltar que o desempenho mais impressionante ficou por conta do Mato Grosso do Sul, com 68,0%; e Goiás, com 69,4%, o que demonstra a pujança do setor agrícola nessa região do país.

Observando apenas o crescimento de 2009 em relação a 2008, os rumos do dinheiro no país ficam ainda mais evidenciados. Contra um crescimento nominal de 6,8% para o Brasil, o Nordeste cresceu 10,1% e o Centro-Oeste 11,2%, consolidando a percepção de que a nova geografia de consumo brasileira passa obrigatoriamente pelo reconhecimento dessas duas regiões, sem desconsiderar o significado das regiões Sul e Sudeste, pelo volume que representam no total de riquezas do país. O Sudeste responde por 55,3% do total do PIB nacional e o Sul, por 16,6%. Em 2005, essas regiões representavam, respectivamente, 56,5% e 16,6% do total.

Essa numerologia toda nos permite identificar que o rumo da riqueza no país ainda passa por Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, mas também se espraia por Pernambuco, Bahia e Goiás.

Obviamente, os potenciais de consumo variam em função do tipo de produtos e serviços, porém, por outro lado, fica claro que todos os processos ligados à expansão das cadeias de consumo devem considerar esses aspectos para estabelecer suas diretrizes. Essa visão vale tanto para a implantação de indústrias que, devido aos custos logísticos, instalam-se perto do consumidor final, como vale para o varejo e para o atacado no planejamento da expansão de seus pontos de venda e de seus centros de distribuição.

Outra avaliação interessante que emerge dessas conclusões passa pela necessidade de conhecer, cada vez mais e mais profundamente, as características socioambientais e culturais das populações que habitam essas regiões. Hoje em dia o Nordeste é bastante investigado por meio de pesquisas de mercado, o que raramente acontecia há cerca de cinco ou seis anos. Da mesma forma, o Centro-Oeste começa a compor as amostras de pesquisas. Algumas indústrias, especialmente aquelas voltadas à produção alimentícia, já disponibilizam centros de desenvolvimento de produtos focados apenas em uma região, especialmente no Nordeste. Outros varejistas já desenvolvem campanhas de comunicação específicas, respeitando as peculiaridades culturais locais. Em São Paulo, não existe o menor sentido em divulgar promoções de roupas, por exemplo, com base nas festas de São João. O mesmo não se pode dizer em Recife, que, por sua vez, recebe atenção toda especial no mês de junho a cada ano.

O Brasil muda de forma consistente em diversos aspectos. São mudanças no comportamento de compra motivadas pelo aumento de renda e pela farta oferta de crédito, assim como na composição das famílias, no número de filhos, etc, etc.

Definitivamente o Brasil deixa para trás em sua história a visão de que apenas São Paulo e Rio de Janeiro (e talvez Porto Alegre e Belo Horizonte) sejam praças que mereçam receber lojas; ou então que o Nordeste é uma região fadada à fome e à pobreza da maioria. Fica para trás a distância da região Norte em relação ao eixo do litoral atlântico onde se concentra a maior parte da riqueza, pois, com o advento do e-commerce, parte dessas dificuldades desaparece. São Paulo, com 12%; e Rio, com 10,9%, ainda permanecem como os municípios que mais contribuem para a formação da riqueza brasileira, mas será que todos sabem que o interior paulista representa 21,5% do total do PIB brasileiro?

Os caminhos estão traçados e desconhecê-los, no ambiente competitivo no qual mergulha a economia brasileira, é lançar-se de forma aventureira e sem preparo para o crescimento. É preciso assumir os novos sotaques do consumo brasileiro. Está na hora de começar a imaginar o seu produto e a sua loja ao som de moda de viola ou em meio ao foguetório de São João.

http://www.gsmd.com.br/port/abre_artigos.aspx?id=848&__akacao=692491&__akcnt=f8c98c50&__akvkey=2d3c&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Mercado+%26+Consumo+22%2F12%2F2011

------------------------------------------------------------------------------------
O papel do crédito no crescimento do consumo.

Renda, emprego, confiança dos consumidores e crédito foram os quatro fatores fundamentais para o crescimento do consumo no Brasil nos últimos anos. A melhoria da renda das famílias – que continua a ocorrer, aliada ao significativo aumento do emprego –, contribuiu para aumentar o índice de confiança dos consumidores no curto e no longo prazo viabilizando o aumento da propensão a consumir. Mas a renda, o emprego e a confiança não permitiriam o forte crescimento do consumo se não fosse o crédito pessoal, nas suas diversas modalidades, para aquisição dos produtos e serviços, que impulsionaram as vendas no varejo.

Em 2001 o crédito para as pessoas físicas representava 6,3% do PIB e em 2011 havia evoluído para 16,7%. Mais impressionante é constatar que, no mesmo período, o volume de crédito concedido para consumo das famílias evoluiu de R$ 83 bilhões para R$ 650 bilhões, com um crescimento nominal de 683%. Essa evolução na oferta e tomada do crédito viabilizou o forte crescimento dos setores mais diretamente beneficiados como veículos, eletrodomésticos e eletrônicos, móveis e material de construção, mas também contribuiu para a evolução dos semiduráveis, como vestuário e calçados, além de ter liberado recursos para compras de todas as outras categorias, beneficiadas pelas modalidades de crédito pessoal, consignado e cartões de crédito, que são recursos tomados sem destinação específica.

É importante notar que no período, apesar do grande crescimento da oferta de crédito, não houve forte crescimento da inadimplência.

A história recente da inadimplência no crédito para pessoas físicas, pelos dados do Banco Central, pode ser dividida em algumas fases. A primeira delas marcada pela crise energética e cambial, no período de 2000 a 2002, que fez crescer fortemente a inadimplência para perto de 8,5%, para os devedores acima de 90 dias. Seguiu-se a um período de forte queda, que chegou na faixa de 6% entre 2004 e 2005, voltando a subir com a popularização do crédito do período 2005 a 2009. No final desse ano atingiu outro pico, como consequência dos problemas internos gerados pelas consequências da crise do subprime e das finanças globais, quando voltou a um patamar de 8,5%.

Desde então teve uma queda acentuada – que atingiu seu mínimo no último trimestre de 2010, na faixa de 4,6% a 4,7%. A partir daí, tem mostrado tendência de elevação, mas nos últimos meses de 2011 encontrava-se em torno de 5,7%, apenas um ponto percentual acima do seu mínimo do mesmo período de um ano atrás e muito abaixo de seus picos históricos de 2002 e 2009. Tudo isso apesar das taxas de juros nominais praticadas serem das mais altas no mundo, com amplo espaço para sua redução.

Concorre para essa melhoria uma significativa evolução de todos os mecanismos de análise e concessão de crédito bem como, os mecanismos de cobrança desenvolvidos por bancos, financeiras e varejistas, e também a evolução do consumidor em seu comportamento de compras e, sem dúvida, a melhoria do nível de emprego e renda.

Por estes fatores, é fácil prever que a oferta de crédito pessoal no Brasil continuará aumentando, apesar do seu elevado custo, e isso vai reforçar as perspectivas para evolução do consumo e das vendas no varejo, principalmente quando conjugada com a manutenção do nível de emprego e melhoria da renda.

http://www.gsmd.com.br/port/abre_artigos.aspx?id=858

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Resiliência combina sete competências humanas


Na física é a propriedade da matéria voltar ao estado original após algum tipo de deformação. Serve para quem consegue manter ou recuperar a essência emocional, após um trauma ou situação limite.

Com toques de reality-show, o mundo assistiu ao resgate dos 33 mineiros chilenos, presos após o desabamento de parte das galerias onde trabalhavam. Durante o confinamento, ficou clara a diferença de se ter em uma equipe pessoas que, além da técnica, também se destacam no campo das atitudes.

À somatória de competências de quem consegue manter ou recuperar sua essência emocional, após um trauma ou situação limite, dá-se o nome de resiliência.

Original da física, este termo define a propriedade da matéria voltar ao seu estado original após algum tipo de deformação. Ainda é cedo para avaliar os traumas decorrentes do confinamento dos mineiros, mas temos razões de sobra para afirmar que, pela dimensão do ocorrido, a resiliência foi um dos grandes fatores de sucesso dessa grande história.

O pesquisador George Souza Barbosa, na sua tese de doutorado em Psicologia Clínica, define resiliência como a combinação de sete competências humanas:

A administração das emoções, que é a habilidade de manter a serenidade diante de situações de estresse como uma espécie de termostato, que orienta o comportamento conforme as pistas dadas pelo estado emocional dos outros. Se está muito quente, ele ajuda a esfriar e vice-versa.

Controle de impulsos, que é a capacidade de regular a intensidade dos estímulos nervosos e musculares que, somatizados, tendem a se transformar em desconforto e dor.

Otimismo, que fortalece a crença de que as coisas podem, precisam e devem mudar para melhor, o que nos devolve, ao menos em parte, o poder de decisão tido como perdido.

Análise do ambiente, que ajuda na identificação precisa das causas do problema e da adversidade presente. Um fator racional, que nos motiva na busca de lugares mais seguros e de menos risco.

Empatia traduz a capacidade de compreensão das emoções e sentimentos dos outros. Além de um exercício de compaixão, ajuda na tomada de decisões e na escolha de melhores argumentos.

Auto eficácia refere-se à necessidade de sermos eficazes na solução dos próprios problemas, por meio dos recursos de que dispomos, em nós e no ambiente.

Alcançar pessoas refere-se à capacidade de formar fortes redes de apoio, vinculando-se a outros, sem medo do fracasso.

A emocionante história dos mineiros chilenos testemunhada pelo resto do mundo tende a deixar muitas lições no campo do autoconhecimento e da liderança. Quem viver, verá, nas telas do cinema. Ou lerá nos best-sellers que vêm por aí.

http://webinsider.uol.com.br/2010/10/16/resiliencia-e-combinacao-de-sete-competencias-humanas/

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2012 ... ano novo, rumo novo!!


Feliz ano novo!! Que 2012 não seja apenas um ano bom como 2011, mas melhor, muito melhor, pois se as coisas continuam na mesma, quer dizer que não estamos evoluindo, crescendo, andando pra frente! E como vivemos de mudar, crescer e aprender, não tem nada melhor que intensificar o aprendizado, e continuar dando um passo de cada vez rumo aos nossos grandes objetivos de vida!!

Cada ano que passa é uma grande oportunidade de apertarmos o passos para chegarmos cada vez mais perto daquilo que nos move!! Portanto, se você ainda não sabe o que te faz seguir em frente, meu conselho é que pare e reflita, antes de passar mais um ano parado... ou andando em círculos!!

Tenha objetivos claros para você mesmo, pessoais, profissionais, culturais ou o que quer que seja! Aprenda a tocr violão, faça um curso de línguas, dance, faça um pós, um mba, viaje para outro país.... viva e aprenda!!

Não tem nenhuma experiência que não nos faça crescer de alguma forma, nos tornando mais flexíveis, adaptáveis a diferentes ambientes e situações... nos torne grandes e mais fortes, porque experiência é poder de vida... e poder de vida nos torna capacitados para driblarmos qualquer barreira que possa se impor em nossos caminhos!!

Mude! A mudança nos tira da zona de conforto, faz com que enfrentemos o novo, apanhemos dele... mas por fim, nos traz conhecimento e mais uma vez ... EXPERIÊNCIA!

Amplie sua visão de mundo... saia da sua cidade, do seu estado, do seu país! Conheça, novos hábitos, culturas, formas de pensar, comidas, músicas e expressões artísticas diversas! Discuta política, ciências e aprenda história!! Pois não há nada melhor para nos tornar melhores enquando pessoas... conhecer e ver que existem sim, diferentes formas de pensar sobra diversos assuntos, diferentes formas de ir levando a vida... cada um à sua mais peculiar maneira. Essa idiossincrasia tão peculiar a cada região é o que nos traz o verdadeiro aprendizado cultura!!

Bom... minha mensagem é essa!! Enfrentem o medo, e saiam de onde estejam, façam diferente e apanhem... mas saibam que esse round é um grande aprndizado para futuras vitórias por nocaute! Pois quem tem mais medo de apanhar, são os que mais apanham durante toda vida! Então vista as luvas e caia matando!!

Que em 2012 o CÉU SEJA O LIMITE!!



"Muda que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente!
Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro!"

terça-feira, 8 de novembro de 2011

VAREJO moderno


E-commerce cada vez mais presente nas nossas vidas, influenciando cada vez mais o comportamento e as decisões dos consumidores... repito, uma vez mais, a revolução das compras está próxima... tecnologias + economia + renda + oportunidades + possibilidades = ??? -> algo não muito distante, porém muito diferente do que vemos hoje! certo!



------------------------------------------------------------------------------------

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

VAREJO e ECONOMIA NA PONTA DO LÁPIS - Que tal olharmos no longo prazo?



Nos últimos meses, os economistas têm tido muita dificuldade em analisar as condições da conjuntura econômica atual e suas projeções para os próximos anos. As intermináveis discussões do pacote de restauração da confiança da moeda única europeia têm estendido o período de indefinições para economia mundial e, por consequência, as decisões de investimento e consumo. Desta forma, num cenário nebuloso, as projeções são muito erráticas ou tendem ao conservadorismo.

Por incrível que pareça, as projeções de longo prazo da demografia brasileira e suas consequências econômicas para as próximas décadas são mais confiáveis. Portanto, um interessante exercício para entender o impacto no comportamento dos consumidores e dos demais agentes econômicos.

Conforme relatório do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), desde os anos 60 a taxa de crescimento da população brasileira vegetativo tem apresentado queda constante. Da década de 1950 até 2008, a taxa de crescimento da população recuou de 3,04% ao ano para 1,05%. Quando atingirmos cerca de 215 milhões de brasileiros em 2050, observaremos uma inflexão na qual a taxa de crescimento demográfico será negativa.

Assim, o período compreendido entre 2010 e 2040 será marcado pelo chamado Bônus Demográfico, ou Janela Demográfica. Este momento será marcado pelo maior número de pessoas em idade economicamente ativa, entre 15 a 64 anos de idade, no auge da força de trabalho e do consumo. Isso significa que o aproveitamento dessa oportunidade pode proporcionar um grande dinamismo e o crescimento econômico único na história econômica brasileira.

Todos os países desenvolvidos, em especial no pós-guerra, e mais recentemente a Irlanda e a Coreia do Sul, foram positivamente afetados e aproveitaram excepcionalmente esse período. Há, porém, um imenso desafio para o Brasil: a evolução educacional e de qualificação profissional para um mercado de trabalho cada vez mais desafiador, numa escala local e global, é o grande segredo para atingir o máximo potencial. Os desafios não param por aí: atualmente, as crianças (0 a 14 anos) correspondem a 26,47% da população total, enquanto o contingente com 65 anos ou mais representa 6,53%. Em 2050, a situação se inverterá: o primeiro grupo representará 13,15%, enquanto a população idosa ultrapassará os 22,71% da população total. A forte alteração do perfil etário da população traz desafios de equilíbrio orçamentário da previdência social e uma demanda cada vez maior por serviços mais complexos de consumo, semelhante ao visto atualmente na Europa Ocidental.

Esta breve análise tem como pano de fundo as transformações esperadas para os próximos 40 anos, o que pode parecer muito longe para grande parte dos tomadores de decisão. Todavia, a grande e única oportunidade de estabelecer as fundações para o Bônus Demográfico são os próximos 15 anos. Isso vale tanto para as politicas públicas quanto para as empresas que pretendem tirar proveito das oportunidades de consumo no Brasil.

Rodolfo Manfredini (rodolfo.manfredini@gsmd.com.br), economista-chefe da GS&MD – Gouvêa de Souza

-------------------------------------------------------------------------------------

Macy’s acelera adoção de tecnologia RFID
A rede americana de lojas de departamentos Macy’s acelerou o cronograma de adoção da tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) em suas redes Macy’s e Bloomingdale’s. O objetivo é que no terceiro trimestre do ano que vem a empresa comece a usar RFID em todas as suas lojas nos Estados Unidos para contar itens de reposição, que são aqueles automaticamente recolocados nas lojas quando vendidos aos consumidores. Eles representam cerca de 30% das vendas da empresa. Com isso, a Macy’s será uma das primeiras varejistas americanas a implementar RFID em grande escala. A empresa já testa a tecnologia há quase dois anos em lojas selecionadas e Centros de Distribuição.

-------------------------------------------------------------------------------------

Taí a tendência e a tecnologia que nutro uma grande expectativa para vê-la efetivamente em ação .... RFID !! Pessoalmente, acredito que tal tecnologia REVOLUCIONARÁ o mercado varejista global, tornando-o ainda mais dinâmico, e a concorrência ainda mais acirrada!! Quando isso ocorrer, as empresas com boa distribuição logística, com certeza, se destacarão! Fazendo, dessa forma, jus aos altos investimentos que algumas redes de varejo vem fazendo em CDs, frotas e tecnologias de logística... e que outras relutam em fazer!! A essas, afirmo, que a conta não tardará em chegar, e quando vier, com certeza provocarão substanciais mudanças no setor... fortalecendo ainda mais uma tendência atual de consolidação.
É esperar para ver... e ver para crer!!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Where the retail market is going to?



The beginning of Q4 is a moment when doubts on the consumer behavior in the end of the year converge to the likely forecasts for the next years. With special colors in today’s scenario, due to the likely impact in the Brazilian market of the consequences of the worsening of the global crisis.

In a much more pragmatic way, here goes some points studies and researches we’ve been doing have shown:



* The growth of spending and retail sales has been slowing down, due to the sum of two factors: falling consumer confidence, as a consequence aminly of the news on the delicate economic and financial situation of the European countries, specially; and the statistical effect of a much stronger comparison basis, due to sales in this period last year;



* This cautiousness is more clearly perceived in the high-end, more educated, consumer brackets, notably in the largest cities in the South and Southeast regions. To the lower income and less educated consumers, this impact is smaller;



* The continuity of mass wage rise, in a level close to 6% year-on-year, due to the rising income and employment levels, as well as the strong credit offer, helps keeping spending in a high gear. This spending, however, has been moving a little bit away from durable goods, that demand more confidence in the long term, to semidurable goods;



* Overdue payments have been showing a trend of slight growth in the last months, as spending rose fast in the recent past, demanding additional cautiousness on some segments. And affects, more directly, durable and semidurable goods, that rely more on credit for their sales;



* As happened in the last quarter of 2008, when the global economic scenario worsened, importing the foreign crisis brings, in the moment, some level of concern for retailers and industries, although in a lesser scale over what happened in that period. This more mature behavior has the power to stop the domestic economic scenario getting worse, and the government has been taking its share of responsibility, lowering interest rates and pointing to its concern on keeping a healthy level of domestic economic activity;



* North, Northeast and Midwest are the regions less affected by this more cautious spending behavior and tend to keep a growth level closer to the one that prevailed in the first three quarters this year. In 2012 this scenario is expected to continue, and those three regions will tend to keep growing above the country’s average;



* The retail sales growth this year shall be in the 6.5% - 6.8% range, considering the IBGE data already available, if any unexpected thing happens;



* For 2012, retail sales shall continue to be positive, although in a slightly lower level than in 2011. The segment, however, is expected to continue driving GDP growth, that will also grow below this year’s level;



* Brazil will continue to be, in the next years, one of the world’s top five country in domestic spending and retail sales growth, continuing to attract the attention of foreign companies for investiments in new operations or in the purchase of companies, increasing the competitive potential of the market;



* The areas more demanded for retail operations are apparel, DIY, drugstores, food service and e-commerce.



The sum of all these elements leads to the continuity of a positive scenario for the expansion of businesses, with organic growth of already existing formats and operations; development of new formats, specially in emerging markets; implementation of new sales channels, particularly in the digital commerce; and also new brands and concepts to serve segments and niches that already saw their spending potential grow.

It means everything is OK for the next year. And for the other ones as well.

Marcos Gouvêa de Souza (mgsouza@gsmd.com.br), CEO, GS&MD – Gouvêa de Souza
http://www.dataevarejo.com.br/artigos.asp?id=797&from=pg

Épica interação de uma criança da “geração iPad” com uma revista (vídeo)

A garotinha do vídeo não está habituada em lidar com pedaços de papel malcheirosos, ela só gosta de telas sensíveis, iOS5 e Angry Birds. Como essa geração vai transformar nosso mundo e tudo que hoje estamos acostumados a ter e a fazer??? Com certeza uma grande revolução sócio-cultural está a caminho!! Nos resta tentar vislumbrar as mudan;cas e nos antecipar a elas, Steve Jobs que o diga!

ECONOMIA NA PONTA DO LÁPIS



Expectativas autorrealizáveis? A autonomia na tomada de decisões é uma conquista dos seres humanos por dotações naturais e, mais recentemente, em grande parte da humanidade, com a democracia plena. Todavia, fatores exógenos, instintivamente ou não, podem interferir em decisões em que temos plena convicção. Claramente, nas decisões do consumidor e dos demais agentes econômicos esta visão se aplica.

Desde o inicio do ano, as dificuldades da Tríade Capitalista (Europa Ocidental, EUA e Japão), sobretudo a União Europeia, têm disseminado forte pessimismo nos mercados internacionais. Se num primeiro momento os países em desenvolvimento, em especial os BRICs, estavam numa redoma à prova de crises do Primeiro Mundo, nos últimos dois meses, ficou clara a desaceleração da economia brasileira: o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,53% em agosto contra julho, salientando o desaquecimento da economia com o aumento de incerteza gerado pela crise internacional. No índice acumulado aponta alta de 3,43% em 2011, que, anualizado, indica crescimento de 4,07%.

Contudo, diversas variáveis importantes do consumo das famílias, que representam cerca de 60% do PIB nacional, seguem resilientes e em patamares muito seguros e satisfatórios. Nos últimos meses, mesmo com a desaceleração da atividade econômica observada nos primeiros trimestres deste ano em relação ao ano passado, o mercado de trabalho segue em excelente momento. A taxa de desemprego se manteve em 6% em agosto de 2011, mesmo patamar em relação ao mês anterior e menor patamar desde 2002 para o período. Além disso, para os próximos meses é esperada uma queda ainda mais contundente da taxa com o inicio das contratações temporárias de final de ano.

Assim como a taxa de desocupação, a massa salarial acompanhou a trajetória crescente dos últimos meses e apontou crescimento de 5,9% em agosto de 2011, taxa muito semelhante à verificada antes do inicio da depressão mundial, em setembro de 2008.

Outra variável importante, a inadimplência apresentou taxa de 6,7% em agosto de 2011, apenas 0,5 ponto percentual acima do mesmo período do ano passado. Isto é, apesar da alta, as taxas de inadimplência seguem em níveis muito longe de preocupantes. O crédito também se expande de forma consistente e deve atingir cerca de 48% do PIB nacional até o final de 2011, patamar histórico.

Por fim, e ainda mais contrastante, o Índice de Confiança do Consumidor da Fundação Getulio Vargas se contraiu nos últimos dois meses, afetado pelo pessimismo geral, após atingir seu maior patamar histórico em julho de 2011. Todavia, se observa uma desaceleração econômica mais forte do que a desejada pelo Governo Federal. Aí vem a pergunta: até que ponto as expectativas são autorrealizáveis? Fica claro que os principais vetores do consumo das famílias (alta empregabilidade, alta da massa salarial e baixa inadimplência) apontariam para boas perspectivas de evolução da economia interna, se não fossem as expectativas negativas da economia mundial. Portanto, agora se entende o surpreendente primeiro corte da Selic na penúltima reunião do colegiado da autoridade monetária.

Rodolfo Manfredini (rodolfo.manfredini@gsmd.com.br), economista-chefe da GS&MD – Gouvêa de Souza
http://www.gsmd.com.br/port/abre_artigos.aspx?id=794&__akacao=618246&__akcnt=f8c98c50&__akvkey=3581&utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Mercado+%26+Consumo+20%2F10%2F2011

sábado, 20 de agosto de 2011

NÃO VENDA PRODUTOS. VENDA SONHOS.


Outro dia, em um evento, um homem falava sobre sua profissão: “Eu vendo o melhor produto do mundo. O sonho de qualquer pessoa, pois quem já possui um, gostaria de ter outro: Eu vendo Imóveis”. Era notável como o tal homem falava de seu trabalho, pois ele respirava vendas. O que mais chamava a atenção, foi justamente sua colocação inicial, valorizando sua profissão e seu produto, tornando vendas e locações de imóveis, o que a princípio poderia ser algo banal e aborrecido, em um ícone do sonho de consumo da sociedade contemporânea.

Ele tem razão. Na verdade, as pessoas estudam e trabalham duro para vencer e progredir, desejando melhorar seu padrão de vida, ter conforto e principalmente adquirir bens que as satisfaçam. As pessoas lutam para realizar seus sonhos e o verbo comprar, invariavelmente, está relacionado com estas conquistas.

Para que uma compra seja um sonho, não é preciso que se trate de uma casa na praia ou de um apartamento maior. O simples ato de comprar uma margarina, pode estar, indiretamente, relacionado ao desejo de uma feliz manhã de sábado junto à família.

Ao comprar uma calça, uma mulher pode estar, indiretamente, conquistando aquela silhueta que ela não tem, mas que deseja ter. E quando compra um carro novo, uma pessoa pode estar adquirindo, também, uma idade ou um status que imagina para si.

O importante é que não estamos apenas vendendo ou comprando produtos ou serviços. É um pouco além disso. Vendemos sim, um conceito, uma miragem, um sonho que, com certeza, é muito mais forte do que o próprio produto. Quem trabalha no comércio deve acordar e trabalhar para que permita às pessoas concretizarem seus sonhos, seja lá qual forem eles. Na verdade, depois que as pessoas saem de casa, enfrentam um trânsito, normalmente complicado, encontram uma vaga no, sempre difícil, estacionamento de um shopping, caminham, olhando vitrines e finalmente, decidem entrar em uma loja, a intenção de compra já está lá, presente no íntimo delas, adormecida. Basta saber concretizar a venda. Realizar seus sonhos.

O engraçado é que a maioria das pessoas não se dá conta disto, nem os lojistas.
O ponto-de-venda, neste processo todo é fundamental e precisa estar envolto em uma nuvem de magia e sedução, para que o mais simples ou o mais sublime dos sonhos seja ali realizado. Isto pode e deve ser obtido através de um bom design aplicado na ambientação e na comunicação e de um atendimento profissional e surpreendente, não se esquecendo é claro, da qualidade dos produtos e serviços, ali oferecidos.

Por Luiz Renato Roble, diretor de criação criacao@datamaker.com.br
Raquel de Araújo, diretora de projetos raquel@datamaker.com.br
BLOG: http://www.datamaker.blogspot.com/

quinta-feira, 30 de junho de 2011

GPA + CARREFOUR = NPA ????


A grande discussão que se formou, e que tomou conta dos noticiários, essa semana trata de uma polêmica e possível fusão entre o GPA e o Carrefour, duas gigantes do varejo no país (Juntamente com o Walmart formam a tríade dos grandes do setor com participação de 43% do mercado).

Os meios de comunicação tem se posicionado, de maneira geral, de uma maneira defensiva, e criticando abertamente tal possibilidade, principalmente pelo fato de o BNDES entrar com uma grande quantia para financiar tal fusão.

Entre os argumentos estão a participação muito elevada de mercado (o Novo grupo Pão de Açucar (NPA) teria entre 27 e 32% de participação de mercado), o possível aumento de preços exercidos através de um monopólio, o enfraquecimento de posição de fornecedores e, por fim, a falta de critério do BNDES para tal financiamento.

Qual minha visão?? Antes de qualquer coisa, na minha opinião, que o debate está sendo induzido (e não conduzido da melhor maneira), pois está sendo unilateralista, sem apresentar o debate do outro lado, possíveis ganhos e oportunidades surgidas com o negócio.

Dito isso, acredito que ele está sendo levado mais baseado no "senso comum" que amparado sobre fatos, a mim me parece que as pessoas estão tentando desenhar uma linha de raciocínio lógico, sem entratanto olhar os pormenores, os detalhes, que nesse caso podem fazer toda diferença.

Como eu enxergo?? Primeiro, o mercado varejista alimentar no Brasil ainda é muito fragmentado se comparado a outros países(só o Walmart detém 27% do mercado americano, Tesco 22% no Reino Unido e Carrefour 19% na França), ainda existe um predomínio de redes locais e regionais, portanto do pequeno e médio varejo, e havendo uma maior consolidação, portanto aumento de redes maiores, a tendência é que os preços no geral caiam e não subam, e para isso qualquer um que conheça o que significa "economia de escala" há de concordar. Pois quanto mais uma rede compra de certo produto, tem seu poder de negociaçao aumentado, reduzindo custos do produto, tendo portanto a possibilidade de repassar tal ganho ao consumidor. Sem ser ingênuo ainda que mantenham boas margens de lucro, parte do ganho será passada ao consumidor, até como um atrativo a mais para o cliente ir comprar em tal supermercado.

Outro ponto a ser discutido... BNDES ? PORQUE?? Bom aqui, diferentemente da visão geral, concordo com analistas do próprio Bndes e com seus argumentos que são o seguinte: O banco, além de fatores sociais que cuida, tem por objetivo fomentar o desenvolvimento do país como um todo, portanto, também, da indústria brasileira, com o GPA portanto tendo participação expressiva no Carrefour, faria algo inédito no Brasil, aumentaria a participação de produtos industrializados e outros alimenticios genuinamente brasileiros no exterior, criando um mercado inexistente até então e gigantesco (diga-se de passagem aqui, fazer o que fazem as grandes redes varejistas internacionais, como vemos no Brasi que é, no caso, trazer diversos produtos "importados"de seu país para venda aqui no Brasil). Portanto, uma espécie de internacionalização, mesmo que não no sentido usual.

Além disso o BNDES teria participação de 18,1% como acionista, e com uma possível valorização das ações o banco teria MUITO a ganhar de volta, portanto recuperando o investido e aumentando sua capacidade de investir em outros projetos. Pois banco bom é banco que gera caixa, e o BNDES com toda sua função social, econ6omica e política que goza no Brasil estaria apenas tendo mais "bala na agulha" para financiar outros projetos diversos, e no Brasil cai-se sempre na visão de que negócios públicos e privados são como água e óleo, que não se deve misturar nunca e quando se tenta manten-se uma divisão. Nesse ponto mais que todos os outros discordo, pois para mim tal parceira pode representar, se bem aproveitada, um grande ganho e não o contrario, taí a Petrobrás e o BB que não me deixam mentir.... Portanto, sim!, o BNDES tem sim que diversificar seus investimentos visando ampliar suas próprias capacidades.

Quantos aos fornecedores, esses, sim terão de negociar, como fazem fornecedores de todo mundo, acostumados a ditar preços e terão que flexibilizá-los pela compra em escala, e prejuízo COM CERTEZA nao existirá, pois quem vende, não VENDERIA se não estivesse lucrando. Quer ser capitalista, então seja a todo momento! Não adianta chorar na hora de diminuir margens de ganho, os fornecedores estariam APENAS deixando de ganhar mais em cima de certos produtos como o fazem, pelo grande poder de compra que teria o NPA. Pode soar ruim, mais o capitalismo é assim, quem tem dinheiro tem poder de escolher onde comprar, não que vender pra esse... bom, perdeu um cliente. Só não me venham chorando pitangas ....

Agora concordo, inteiramente, que cabe ao CADE amparar certas arestas do negócio impedindo que se crie um "monopólios locais" em lugares onde a presença do GPA e do Carrefour são fortes, como na cidade de São Paulo, por exemplo. Dessa forma, como o mercado varejista é muito pulverizado e a participação de tais mercados ao redor do país é distinta, uma eventual fusão não traria malefícios e perigos de um verdadeiro monopólio nacional. Portanto uma análise à nível local, complementada por estudos de impacto de nível nacional, pode delinear, na medida, o que seria necessário mudar, o que deveria ser vendido, repassado e oque poderia ser mantido....

Portanto, como analista de Relações Internacionais, pessoalmente vejo não só a fusão entre essas grandes empresas, como o financiamento por parte do BNDES, como perfeitamente naturais, seguindo lógicas mercadológicas capitalista, positivas para a consolidação e fortalecimento do setor, para diversas indústrias e agronegócio nacional, para o próprio BNDES (que apesar de empresa pública é uma empresa... portanto deve buscar, também, seu próprio fortalecimento fazendo INVESTIMENTOS que julgar que terão retorno) e, portanto, positiva para o país, que ganharia aí uma empresa varejista TOP 20 MUNDIAL, o que definitivamente não é pouco, muito pelo contrário, é uma porta que abre diversas outras oportunidades de negócios e, portanto, crescimento. O problema, conhecido há tempos por nós brasileiros, é se os mecanismos de regulação e fiscalização farão devidamente seu trabalho, ou como, muitas das vezes, deixarão a desejar seja na forma de acabar por inviabilizar uma grande oportunidade de negócios para o país, seja na forma de permitir excessos e aberrações com tal fusão.

Bom, sem me alongar mais... deixo agora alguns videos de meios de comunicação diferentes para que criem suas opiniões próprias....









terça-feira, 28 de junho de 2011

Negócio de milhões...


Olha o Google reagindo à perda de mercado...o que vai dar essa investida???
Saber é difícil, mais alguma evolução com certeza vai trazer!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Cada vez maior e melhor... parabéns Sage !


Sage em comemoração dos seus 6 anos de atividades recebe prêmio "classe A" pela 5ª vez consecutiva;
Avaliação mostra continuidade dos trabalhos como fatores decisivos;

No VI Encontro das Empresas Juniores (EJs), ocorrido no dia 26/4, em São Paulo, organizado pela Pró Reitoria de Extensão Universitária (Proex), foi feita a classificação das empresas juniores. Nesta ocasião, a Empresa Jr. de Relações Internacionais da Unesp de Marília, a Sage, recebeu o prêmio "classe A" pela quinta vez consecutiva, e foi parabenizada pela Pró-Reitora de Extensão Universitária, Maria Amélia Máximo de Araújo, juntamente as demais EJs que tiveram destaque no ano.

O foco do encontro foi divulgar a classificação das EJs pela Proex, o que implica o repasse da verba anual para o funcionamento das mesmas, que totaliza em R$10 mil para as empresas que mais realizam atividades, e R$2,1 mil a R$8 mil para as demais. A verba é gerida pela unidade e destina-se à compra de equipamentos para a empresa, além de auxiliar no custeio das passagens para eventos relacionados aos projetos da empresa.

Segundo a estudante do 3º ano de Relações Internacionais e vice-presidente da Sage, Bruna Hermógenes, a continuidade e crescimento dos trabalhos foram fatores decisivos para a conquista do prêmio. "Foi a única empresa jr. que até hoje conseguiu a quinta classificação consecutiva como 'classe A', o que é sempre muito bom para nós, lembrando que a criação da Sage data de 6 anos, o que significa que desde a primeira avaliação da empresa as gestões estão mantendo a excelente classificação".

Dos critérios levados em consideração pela Proex, constavam os projetos desenvolvidos, sobretudo os destinados à comunidade. Atualmente, a Sage desenvolve seus projetos sociais de acordo com as "metas do milênio", plano de oito metas desenvolvidas pelas Organizações das Nações Unidas (ONU) que buscam a superação de problemas de caráter humano e ambiental, como a fome, a poluição e a mortalidade infantil, e servem de diretrizes para os projetos da empresa.
Além de prestar serviço de consultoria a empresas da região que desejam exportar seus produtos, a Sage também investe na ampliação do convênio com as secretarias e órgãos políticos da cidade de Marília, tendo em vista, principalmente, ampliar as possibilidades de estágio na cidade para estudantes do curso.

Mais informações sobre os projetos e trabalhos desenvolvidos pela empresa podem ser conferidos no site www.ejsage.com.br.

Jane Angélica da S. Gulielmitti - Bolsista Universia